Práticas Integrativas e Complementares para a Saúde Bucal

 

Quem já parou para se perguntar do por quê de tantas pessoas adultas e idosas desdentadas e com tantas má-lembranças de consultórios dentários (e de dentistas)?

O que acontece de em tendo tantos dentistas e tratamentos modernos à disposição da população com acesso ao tratamento ( os que podem pagar)  as pessoas acabam desdentadas após uma certa idade ( a partir dos 50 anos)?

Isto é ‘natural’, ‘vêm com a idade’?

Saiba o que as pesquisas dizem: não se resolve os problemas de cáries dentais e de gengivas somente com medidas “curativas” ( procedimentos operatórios, de consultório, tipo restaurações, próteses e tratamento de canal).

Mas porquê tanto investimento em um curso superior, aliás, um dos mais caros, se ele não resolve esta questão premente?

Acontece que 90% do currículo de um curso de Odontologia versa sobre medidas operatório-“curativas”, isto é, muita broca e materiais dentários restauradores, que não são eternos e aí, você imagina a novela, o ‘troca-troca’ de restaurações, cada vez maiores, mais caras,que viram tratamentos de canais, extrações, próteses, implantes – bem, o final da novela não é lá muito feliz, não…que o digam os milhões de pessoas desdentadas.

Sem falar na intoxicação causada pelo mercúrio contido nas restaurações de amálgama de prata. O mercúrio é um metal tóxico, que causa sérios problemas de saúde, atacando o sistema nervoso,principalmente. Pacientes que trocam suas restaurações de amálgama por materiais biocompatíveis relatam melhorias notáveis em sintomas crônicos tais como dores de cabeça, problemas estomacais e digestivos, cansaço,etc.

Uma ênfase exagerada na Doença.

Muito pouco treinamento em Promoção de Saúde. Seja Bucal , muito menos Sistêmica ou Geral, ou seja,infelizmente, o dentista comum não sabe como estimular a saúde bucal através de práticas complementares, elaborar planos de saúde e muito menos trabalhar com grupos ou comunidades, tanto que a medida mais ampla é a fluoretação das águas potáveis, e muito pouco é destinado ao trabalho com promoção e/ ou educação em saúde bucal comunitária em escolas, clubes, associações,sindicatos, etc.

Perguntamos então, insistimos: mesmo com a fluoretação das águas, porque persiste este número acachapante de pessoas desdentadas após tantos anos de vigência deste tipo de ‘tratamento’ em massa?

O flúor, especialmente na água, é outro dogma da odontologia.Um tabu que precisa ser questionado, pois diversas pesquisas mostram seus efeitos na osteoporose, cáries e até possíveis osteosarcomas (câncer).

Não está na hora dos responsáveis pela Educação, pais e professores, governantes e população se questionarem seriamente sobre estas questões, que consomem tantas horas de trabalho, renda e principalmente causa tanto sofrimento psíquico e físico?

As respostas para tantas perguntas podem ser obtidas nos informando sobre países que estão “vencendo esta batalha contra as doenças bucais”. O que foi feito nestes países, principalmente na península escandinava ( Suécia, Finlândia e Dinamarca)?  EDUCAÇÃO e PROMOÇÃO EM SAÚDE BUCAL. Fácil assim?! Bem, nem tanto, antes fosse…Os escandinavos apesar de gostarem de chocolate (e quem não gosta) não consomem tanto açúcar refinado quanto nós brasileiros ( 3 x mais que a média mundial!). E têm uma distribuição de renda… bem, um dia chegaremos lá!

Aqui (Brasil, América do Sul), precisamos de muita criatividade para mudarmos este placar adverso contra a cárie dentária e a perda dos dentes. Novas maneiras de conseguir despertar a atenção de nossos alunos e filhos para esta questão urgente e inadiável de aprender a cuidar da sua própria saúde.

Concomitante ao estudo e prática da Odontologia convencional dediquei-me à pesquisa e experimentação de terapias naturais e energéticas, entre elas a medicina oriental e a homeopatia, e constatei (observação clínica e relato de usuários) as mudanças de atitudes frente a vida, e conseqüente benefício para o funcionamento saudável da boca (homeostase), com repercussões nos demais órgãos e sistemas do organismo humano.

Aliás, pesquisa realizada na UFRGS constatou que a Homeopatia possibilita 17 pontos a mais de saúde bucal comparada com a Alopatia (remédios químicos).

Para isso agora existe  a possibilidade da plicação de práticas complementares e integrativas reconhecidas pelo CFO (Conselho Federal de Odontologia): Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia (já é especialidade odontológica), Florais e Hipnose.

É importante lembrar o quanto o profissional praticante destas terapias ganha para si e seu trabalho, aliando a alta tecnologia com a alta sensibilidade, condição imprescindível para alcançar o nível de Terapeuta, aquele que Cuida do Ser.

Acredito que o fio condutor da saúde seja realmente a consciência de si e da religação com a natureza, o auto-conhecimento, que nos possibilita a chance de escolha entre a dependência fragilizante e doentia ou a interdependência vitalizante e natural.

Eduardo Sejanes Cezimbra
Cirurgião-Dentista Homeopata

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